Uma opção viável de investimento
Quando se fala em investimento, tende-se a associar este directamente a dinheiro.
O investimento é de um modo simples a aplicação do capital próprio por forma a rentabilizar o mesmo e consequentemente obter lucros.
Na sociedade anónimas (S.A) por exemplo, o capital próprio é dividido em acções, títulos esses que são detidos pelos accionistas. Consoante o resultado da empresa, o valor das acções vai valorizando se a empresa for bem gerida e desvalorizando se houver uma má gestão havendo por isso uma perda para o investidor/accionista.
Esta gestão das empresas S.A é vista pelos accionistas como um dos principais contributos para a maximização do investimento. O risco do investimento é também um dos factores mais importantes para o accionista, visto que se o risco for baixo maior será a hipótese de obter dividendos.
Fazendo uma pequena analogia podemos aplicar este princípio do investimento a outras situações. Temos como exemplo a aplicação do capital no patrocínio do desporto, sendo o Euro 2004 um modelo muito representativo desse facto. Os investidores/patrocinadores vendo que este evento vai ser difundido a nível mundial por todos os principais meios de comunicação, vão investir largas quantidades de capital por forma a que a sua marca/empresa seja difundida de uma forma "agressiva" e eficaz ao target especifico.
Essa é a razão pelo qual se investe no desporto (não é por acaso que a TMN do grupo PT Comunicações é uma das maiores investidoras na selecção nacional).
Deslocando essa situação para um panorama mais regional, temos diversos casos de sucesso e de nichos de mercado que podem ser aproveitados pelas empresas do concelho para investirem com baixos riscos o seu capital.
Um dos casos mais emblemáticos e com grande divulgação nesta ultima época desportiva foi a subida de divisão da equipa sénior masculina de voleibol do Grupo Desportivo de Sesimbra.
Esta secção de voleibol praticamente sem apoios financeiros de entidades publicas e privadas conseguiu manter as suas finanças (despesas correntes, equipamentos, bolas, etc) equilibradas (apesar da dificuldade), e manter ao mesmo tempo os excelentes resultados em diversos escalões, como os juvenis masculinos que são considerada uma das melhores equipas a nível nacional.
A equipa sénior composta por jovens da "casa", tendo sido formada há 3 anos ganhou no seu 1º ano de formação o campeonato regional, no 2ºano manteve-se no nacional e agora no 3º subiu finalmente para a 2ª divisão nacional o que perfaz uma escala de progresso notável.
Quer através do seu site (www.gdsvoleibol.com com cerca de 100 visitas diárias) ou quer através da publicidade esta equipa foi difundida agressivamente apostando num marketing intensivo e directo, tendo para isso contribuído em grande parte o treinador/"gestor" Ricardo Santos com as suas ideias e "ginástica financeira".
Essa difusão teve grande sucesso pelo que se viu na Final Four (que a secção conseguiu que fosse disputada em Sesimbra) nos passados dias 7,8,9 de Maio em que o pavilhão do GDS teve uma moldura de pessoas notável, público esse que apoiou de uma forma entusiasta o seu clube.
Agora impõe-se a questão pertinente: o que é que os investidores ganham com isto?
É simples. Sendo uma equipa conhecida e divulgada por todo o país e não só (basta ver a quantidade de visitas de países estrangeiros no site oficial, com grande destaque para o Brasil), levará a marca que a apoia a diversos lugares e a ser vista por milhares de pessoas.
A isto chama-se publicidade intensiva, e é esta publicidade que as empresas da nossa região precisam para poder progredir nos seus negócios e por conseguinte ganhar cada vez mais lucros e maximizar o seu negócio.
Já pensou quantas pessoas viram a marca da "Revigrés" e do "BES" nas camisolas do F.C.Porto na final da Liga dos Campeões? Agora é só fazer contas...

1 Comments:
Viva.
A tua ideia está porreira, mas penso que não foste lá muito feliz com o endereço. O nome é muito extenso e perde-se...
Boa sorte!
Força nisso, a ver se a malta de Sesimbra começa a exercitar o cérebro para coisas de intelecto e não na destruição das células cerebrais com alcoól.
Continuação de um bom trabalho!
12 de julho de 2004 às 14:12
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